Bicho solto a vagar por aí...
Adormecer ao relento
E despertar sem destino
Bicho leve que paira no ar
De asas abertas
Brinca e faz festa
Sem se lembrar que está sozinho.
Filhote abandonado
Sem seio e sem ninho
Faz carinha de triste
E assim sobrevive
Da caridade do desconhecido.
Oras tem sede, tem fome e tem frio
Oras se farta nas sobras da festa
Que eu não pude ir
Pobre bicho solto
As vezes tenho inveja de ti,
Senhor de seus passos
Toma pra si minha vida
Se farta de minha comida
Se aquece e se acorrenta em meu lugar
Vive por um dia a minha realidade
E me deixa sentir...
O estranho gosto da liberdade
Adormecer ao relento
E despertar sem destino
Bicho leve que paira no ar
De asas abertas
Brinca e faz festa
Sem se lembrar que está sozinho.
Filhote abandonado
Sem seio e sem ninho
Faz carinha de triste
E assim sobrevive
Da caridade do desconhecido.
Oras tem sede, tem fome e tem frio
Oras se farta nas sobras da festa
Que eu não pude ir
Pobre bicho solto
As vezes tenho inveja de ti,
Senhor de seus passos
Toma pra si minha vida
Se farta de minha comida
Se aquece e se acorrenta em meu lugar
Vive por um dia a minha realidade
E me deixa sentir...
O estranho gosto da liberdade
Nenhum comentário:
Postar um comentário